Bola com Chip e outras tecnologias que podem mudar o esporte para melhor

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16/07/2010 01h13 - Atualizado em 16/07/2010 01h13
Conheça tecnologias que podem mudar o esporte preferido no Brasil
O mundial de 2014, aqui no Brasil, pode ser o primeiro a usar a tecnologia para evitar erros dos juízes
Sempre avessos ao uso da tecnologia, os dirigentes que comandam o futebol mudaram de discurso após o árbitro não anotar o gol inglês contra a Alemanha na Copa.

A promessa agora é discutir rapidamente a introdução de mecanismos eletrônicos que ajudem os juízes em momentos cruciais.
É também a chance de o futebol aprender com esportes que não fecham os olhos para novidades da ciência.

O vôlei está prestes a estrear um sistema 100% brasileiro. A bola ganhou um chip que indica se ela caiu dentro ou fora da área.
"O que a gente quer é a coisa justa. Se a equipe adversária ganhou o jogo, que seja por méritos dele, e não por uma decisão que seja injustificável do juiz", diz o campeão olímpico Gustavo.

Foram quatro anos de pesquisa. O primeiro chip tinha mais ou menos 2 x 2 cm, mais uma bateria. Ficava no centro da bola. Mas não deu certo.
A versão atual é incomparavelmente menor. Flexível, vai entre o couro e a câmara. Parece uma fita adesiva. O chip usa a tecnologia RFID. Em português, Identificação por Rádio Frequência. Ele tem antenas que respondem aos sinais de rádio enviados por uma base transmissora. Quatro totens com câmeras e computadores monitoram as linhas e o chip. Assim que a bola toca no chão, os dados e a imagem são enviados para um computador central. Tudo sem fio.

O juiz não precisa parar o jogo, nem descer de seu púlpito pra dizer se a bola foi dentro ou fora. Ele recebe as informações por meio de um celular ou um palm top. Aí é só checar, marcar o ponto, e a partida segue.

A fabricante não divulga o preço do sistema, mas ele já foi aprovado. Estreia oficialmente na Super Liga, em novembro deste ano.
Se é difícil precisar o destino da bola de vôlei, imagine uma ainda menor e mais rápida.

"O tenista sempre está batendo a bola acima de 200 km/h. Então é difícil você ver uma marcação muito perto da linha", explica o tenista Ricardo Hocevar.

Com o olho humano é mesmo quase impossível. Então os dirigentes introduziram o olho-do-falcão.
Um sistema inglês com 12 câmeras mapeia todos os movimentos na quadra. As imagens são repassadas ao computador e um software traça o destino da bola em 3 dimensões, com precisão milimétrica. O sistema só é acionado caso o atleta se sinta prejudicado e reivindique o replay eletrônico. A exibição em 3D é feita no telão do estádio, para público, juiz e atletas. Como custa caro, o olho-de-falcão só é usado nos principais torneios do mundo.
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